Institucional
BANDA DE CONGO TAMBORES DA BARRA
A Banda de Congo Tambores da Barra é uma banda muito especial.
De quarta geração, é formada por jovens egressos da
primeira Banda Mirim de Congo do Espírito Santo. Quase todos os
integrantes têm larga experiência em apresentações
públicas, com o Congo de Raiz ou como integrantes de Bandas Pops, às
quais emprestam um caráter musical eminentemente capixaba. Esses
jovens se desenvolveram ampliando seus conhecimentos musicais e fazendo
o registro e a leitura de partituras. Dedicam-se a novos e complexos instrumentos
(é a única banda que resgatou a rabeca, outrora muito popular)
proporcionando, portanto, uma apresentação mais elaborada
e atual.
A afinação, alegria, esmero no acabamento dos instrumentos e
vestuário, além das apresentações cheias de ginga
e alegria dos jovens barrenses, tem proporcionado espetáculos muito
concorridos na Casa da Cultura e Cidadania, durante as apresentações
do projeto “A Grande Roda”. O resgate de antigos jongos, quase
esquecidos, e dos improvisos, característica do autêntico congo,
tem despertado vivo interesse por esta banda, filha caçula das congadas
barrenses.
Em negociações para futuras apresentações pelo
Brasil e exterior, as próximas apresentações da Banda
de Congo Tambores da Barra serão documentadas (vídeo e foto)
e o material será enviado para Europa, para análise e divulgação.
Para todos que apreciam o tradicional Congo Capixaba, além do prazer
de participar de suas apresentações, esta banda indica uma manifestação
do nosso folclore consolidado em nossos corações.
Apoiar este tipo de manifestação cultural é dever Constitucional,
expresso no Art. 215 da nossa Constituição Federal.
O Nascimento
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Esses são os Tambores da Barra! Ainda não estavam prontos, quer aprender a fazer? Toda quinta na casa da Cultura da Barra do Jucu, tem apresentação aparece lá.
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A partir do dia 15 de setembro de 2005, vc pode conferir, mais bonito que o visual desses tambores só mesmo o som da congada que eles proporcionam. |
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Nesta foto aí, a galera tava testando os tambores, pela expressão de alegria dá pra reparar que o tambores ficaram "um tiro", né.
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Chamamos esse humilde pedaço de rua de " Terreiro Sagrado", pois aqui começou a Banda de Congo Mirim onde Mestre Honório ensinou o congo pra muitos dessa galera. |
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E assim foi a primeira congada. Ainda sem uniforme, tudo bem, já foi superado. Repare que não deu muita gente, mas só tem gente boa, assim que deve ser. Obrigado São Benedito.
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Pena que jamais você vai sentir o clima dessa roda sentado em frente ao computador. A galera da foto sabe como é, e não quer ficar de fora de jeito nenhum. Tem gente que vai direto do trabalho. |
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Não foi uma piada, aqui estava sendo puxado um jongo bom, daqueles que faz arrepiar. É assim: começa a cantar devagar, entram os tambores fazem aquela levada gostosa, todos cantam, dançam, quando começa a cançar, para.
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O resultado tá aí. Só gente boa, só gente feliz! Agradecemos o apoio das pessoas que participam com a gente, pois sozinhos não teria graça. Vamos continuar assim, cantando, dançando e celebrando a vida, ok! . |
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Com os uniformes a congada ganhou muito mais cor e alegria, com a presença de congueiros "das antigas" como o Pedrinho Taboca (de boné) e outros como o pandeiro de Amaral, o som ganha mais e mais qualidade.
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Sendo assim a galera chega e prestigia mesmo, aqui na Barra tudo para quando há uma roda tão bonita, com o som contagiante e como esse tambor fala alto, a vila toda ouve mesmo sem sair de casa . |
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Valcy Vargas e Julho Poeta são dois dos maiores colaboradores na compoisição das letras, vale lembrar que os Tambores da Barra cantam jongos próprios em meio aos tradicionais da nossa região.
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A idéia original era resgatar a galera que fez parte da congada mirim há 20 anos atrás, pois hoje essa galera, que teve aula com mestre Honório, tem o melhor batido da Barra. Mas as crianças serão o nosso amanhã, certo!? E como eles gostam de participar. |