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Kleber Galvêas por Homero Massena.

Kleber Galvêas por Paulo DePaula.

Kleber Galvêas por Hugh Corbin.

Kleber Galvêas por Carlos Chenier - crítico de arte "A GAZETA".

Kleber Galvêas por Pedro Maia.

Kleber Galvêas por "nomes diversos ".

Kleber Galvêas por Geraldo Pignaton.

Kleber Galvêas por Nelson Aguiar

KLEBER GALVÊAS

 

Kleber nasceu em Divisa (hoje Dores do Rio Preto) ES, durante o foguetório de encerramento (16 horas) da festa da padroeira da cidade vizinha (Carangola, MG), Santa Luzia, protetora dos olhos e da boa visão, em 14 – 12 - 1947.

Os primeiros anos da infância foram passados em Dores do Rio Preto, São Mateus, Rio de Janeiro Com 7 anos veio morar na Prainha, Vila Velha.

Nesta época já havia recebido de sua mãe, ex-aluna da irmã Tereza na escola do Carmo, as primeiras orientações sobre pintura. Matriculado no Colégio Marista teve aulas de desenho, como disciplina à parte, desde o 1º ano primário.

Em 1962 passa a freqüentar o Ateliê de Homero Massena e acompanha o mestre até sua morte em 74, quando organiza no teatro Carlos Gomes uma retrospectiva em sua homenagem e publica, para a Fundação Cultural do ES, um catálogo, sobre a vida e a obra deste artista.

Em 1966 participa, com telas pintadas com asfalto, do primeiro Salão Nacional de Artes Plásticas do ES e expõe com Massena na cobertura do Torium Hotel de Guarapari. É convidado para pintar painéis e projetar os stands, do XIII Congresso Brasileiro de Anestesiologia, no Siribeira, em Guarapari. Com o ganho desse trabalho, aos 19 anos, embarca num navio cargueiro e vai cursar Medicina em Lisboa, entretanto lá, muda de idéia e estuda gravura em metal na Sociedade Nacional dos Gravadores Portugueses e arte abstrata com o artista português, Peniche Galveias.

Na Inglaterra (1968) participa da restauração de uma casa georgiana do séc. XVIII. Visita monumentos e museus da Inglaterra, Holanda, França, Espanha, Argélia, Marrocos e Portugal.

De volta ao Brasil, tentando abandonar a pintura, cursa Economia e Licenciatura em Ciências na UFES. Dá aulas de alfabetização de adultos, inglês, ciências, astronomia e metodologia científica, em escolas públicas do ES.

Em 1974, casa-se com Anita Bonadiman e vai morar na Barra do Jucu numa singela casa, feita há 70 anos com apenas 1 saco de cimento. Tem 3 filhos barrenses: Homero, Augusto e Alexandre. (29, 26 e 22 anos, em 2005)

Ajuda a criar o Centro de Artes da Barra do Jucu, primeiro espaço privado a mostrar regularmente a Arte produzida no ES; colabora ativamente na ressurreição da Banda de Congo da Barra; ajuda a criar, com o apoio da L.B.A. a primeira Banda Mirim de Congo; promove a primeira desapropriação de Jacaranema e no Conselho Estadual de Cultura, participa dos primeiros tombamentos de bens culturais e paisagísticos do ES.

Realiza exposições individuais em diversas cidades do Estado, Governador Valadares, Brasília, Goiânia, São Paulo, Lisboa, Barbados (Caribe), Oregon (US, onde em 1982 pinta as mudanças de cores durante todo o outono). Professor de pintura convidado do XVI Festival de Artes da UFGoias – 1988.

Convidado da FUNARTE, participa de uma coletiva que percorre o Brasil mostrando a arte capixaba.

Em 1986, idealiza e monta o Museu Homero Massena, o 1° de artes plásticas do ES; publica catálogo (1986) sobre a vida e a obra do artista e o acervo do museu. Escreve diversos artigos epara jornais e revistas, abordando a cultura capixaba (1974 – 2005).

Em 1979, abre ao público o seu ateliê na Prainha, Vila Velha, onde realiza inúmeras exposições revelando novos talentos e apresentando os resultados das suas pesquisas em arte (200 000 visitas)

Seus textos podem ser lidos, telas e trabalhos de restauração podem ser vistos na Internet: www.galveas.com

Assista a um vídeo de apoio cultural produzido e exibido pela TV Tribuna.



Álbum de fotografias:

Kleber, mãe e Cuca.
Formatura do Jardim da Infância.
Colégio Marista Vila Velha, ES. Turma de 1965, 1º científico:Jovelino Venturim, Orlando Bastos Vieira, José Carlos Coutinho Nogueira, Augusto Botelho, Paulo Muniz, Maurício Poggialy, Luiz Alcides Pupim, Paulo R. Martins, Rinaldo Bastos Vieira, Fernando Antônio Leão da Silva, Perceu Seixas de Carvalho, Rogério Abreu (sentados) Lauro Soares de Barros, Kleber Galvêas, Átyla Quintaes Freitas Lima, Antônio Carlos Moraes Carvalho, Antônio Carlos Bonfim, José geraldo Rosa, Jorge Luis.
Dia do embarque para Lisboa. navio cargueiro Loide Nicaragua, cais do Rio de Janeiro, praça Mauá. Kleber e Augusto Afonso Botelho Neto. Augusto na época estudante de medicina no Rio, 40 anos depois, foi eleito Senador pelo Estado de Roraima.
Londres.
Portugal.
Holanda.
Paris.
Argélia.
Marrocos.
Barbados.
Estados Unidos.
Mestre Alcides.
Congo.

Kleber e seus alunos de Ciências do Polivalente de Itaparica, participando da PRIMEIRA FEIRA NACIONAL DE CIÊNCIAS, realizada em Maringá, Paraná. Da esquerda para a direita: Arthur Carlos Gerardt Santos Filho, Carlos Bauer, Julho Fabris, Pirola (chofer) Kleber, Sérgio Velozo. 1973.

Inalguração do Museu Homero Massena, Prainha, 1986. Prefeito Vasco Alves.
Almoço de casamento preparado por Edy Massena em sua casa.
Edy Massena no Ateliê Kleber Galvêas na Prainha.
Mãe e irmãos
Família do Pintor
Família do Pintor
Kleber Galvêas.
Carnaval da Barra do Jucu.
Fachada do antigo Ateliê, na Prainha em 1979.

Artistas, esportistas e lideranças da Barra do Jucu. 2000.


Oficina do Ateliê da Barra do Jucu.

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